
Linha investigação narrativa
Somos um estúdio de memória, escrita e jornalismo investigativo.
A linha existe para revelar aquilo que o poder e as desigualdades tentam esconder.
Trabalhamos com método jornalístico rigoroso e escrita responsável para produzir investigações que sustentem obras editoriais, tomada de decisão e debates democráticos.
O que fazemos
A Linha desenvolve investigações e textos de alto nível para organizações, editoras, produtoras e instituições no Brasil e no exterior.
Também realizamos projetos autorais de alto impacto.
Nosso trabalho combina:
- apuração jornalística (pesquisa documental, entrevistas, observação, análise de dados),
- checagem,
- análise histórica,
- narrativa responsável, com atenção ética às fontes e às consequências públicas do que é revelado.
Quem somos

Bianca Santana
Jornalista, mestra em educação e doutora em ciência da informação pela USP. Sua tese “A escrita de si de mulheres negras: memória e resistência ao racismo” recebeu o Prêmio USP de Teses e Dissertações em 2021. Colunista da Folha e comentarista do Jornal da Cultura, já contribuiu com o UOL e as revistas Cult e Gama. Professora da Faap, lecionou na Faculdade Cásper Líbero e na Fundação Getúlio Vargas, onde também foi pesquisadora. Autora de livros como “Apolinária”, “Quando me descobri negra”, Quem limpa” e “Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro”, obra em que investigou a genealogia familiar negra da ativista. Tem experiência na facilitação de processos colaborativos e na sistematização de documentos para instituições e movimentos sociais.

Matheus Leitão
É jornalista e escritor, com especialização em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. Em 26 anos de carreira, trabalhou como repórter e colunista em veículos de imprensa como Veja, G1, Folha de S.Paulo, portal iG, Época e Correio Braziliense. Venceu as mais importantes distinções de jornalismo da América Latina, como os prêmios Esso, Vladimir Herzog e o SIP, Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do best-seller “Em Nome dos Pais”, que vai para os cinemas em 2028, além do documentário com o mesmo nome exibido na HBO. Seu trabalho como investigador revelou, entre outras informações, o nome dos três torturadores dos seus pais e o paradeiro do corpo de um desaparecido político brasileiro.